Avançar para o conteúdo principal

Tratam-me como uma criança.

Não sei como é a vossa relação com o dentista mas a minha sempre foi dolorosa.
Acho que sou uma pessoa bem resistente à dor mas no dentista o caso mudava de figura.
Cresci a ter medo e deixei avançar tudo, incluindo a minha grande vontade de usar aparelho.
Há mais ou menos 3 anos voltei a tratar dos dentes e uma amiga minha de infância, a minha melhor amiga do colégio, mandou-me uma mensagem a aconselhar um dentista em Lisboa, em quem confiava por todos os motivos e mais alguns. Comecei os meus tratamentos e quando a Luísa nasceu e por estar comigo em casa tornou-se difícil conjugar tudo, e adiei. Outra vez.
Há uns tempos voltei a contactar a Bright Clinic para retomar tudo e em última análise, ganhar coragem para usar aparelho.
Voltar a tratar dos dentes deixa-me sempre um bocadinho nervosa basicamente porque tenho memória da dor, mas as coisas mudaram muito, já não é suposto aguentar a dor, é suposto evitá-la a todo o custo.
Vou preparar a minha boca para poder receber um aparelho e sei que há quem ache que os dentes me dão personalidade e eu própria me apoiei nisso e nesse recado que a minha bisavó me deixou, mas a verdade é que nunca me senti à vontade com os meus dentes e o meu sorriso.
Estou contente por ter retomado o processo com a Bright Clinic - com as pessoas da Bright Clinic acima de tudo - e ter escolhido não deixar passar mais tempo. Tenho conversado e aprendido muito sobre as crianças e o dentista. Para a semana regresso por isso se tiverem alguma dúvida podem deixar mensagem que pergunto à Dr. Filipa Coimbra. As vossas experiências com o uso de aparelho também são bem vindas.

Instagram da Bright Clinic aqui

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Só agora percebi o quanto o queria

O mês passado, quando fizemos 11 anos de casados, e já completamente ciente do resultado, fiz um teste de gravidez e deu positivo. Eram 5h30 da manhã. Mandei uma mensagem à minha médica em pânico porque já tenho 40 anos e desorientada com o resultado ao que me respondeu: "Mariana, que todas as notícias inesperadas sejam de um bebé". Não dormi mais até o António acordar e lhe contar o resultado em lágrimas. Estive os 2 anos seguintes após o nascimento da Luísa com muita vontade de ter um quarto filho. Decidimos no entanto que não iria acontecer e talvez no último ano tenha aceitado que a nossa "conta" estava feita. Não esperávamos mas aconteceu e nunca pensámos em alternativa alguma senão ter este bebé com todas as dificuldades que também considerámos. A casa, o dinheiro, as escolas, a nossa independência, a nossa idade, os riscos envolvidos. A nossa dinâmica estar já tão fluida e natural. Tanta coisa que pesava "contra" nós. Mas a ideia foi cre...

23 semanas (e um dia)

Passaram 15 dias desde a última actualização e tudo está maior. Eu no geral e também a minha barriga. Fizemos a ecografia morfológica e é impossível a Luísa estar mais saudável e mais enérgica. Durante toda a ecografia não parou e mostrou-se em toda a sua beleza. A médica disse que ela grande e gordinha. Está do tamanho de uma papaia, com cerca de 550 gramas e quase 30 cm! Comigo também está tudo óptimo e não há sinais de parto prematuro - que temos sempre em conta uma vez que no início tive um descolamento. Não tenho azia, nem dores no corpo, nem de cabeça e só ao final do dia, quando me sento, é que sinto o peso todo do dia ali mesmo no sofá. A fase em que estou é óptima porque ainda me mexo e durmo bem, apesar de estar com o sono muito mais leve. Mas de longe esta é a gravidez que mais me está a custar. Primeiro porque não estou mais nova, depois porque - e este é o grande motivo - tenho um filho que ainda quer colo e a quem ainda lho quero quero dar, e muito. E brincar, e correr...

Resumo do jogo.

via Instagram