Quando as férias chegam é bom para todos. Não há horas, nem stress, nem pressas, os piores inimigos do dia a dia. Até irmos para fora, as férias são passadas em casa e com os programas possíveis.
Muitos jardins, praia - posso ir depois de tirar os pontos -, piqueniques, a festa de 4 anos dela, sestas e aquilo que a minha imaginação permitir.
Mas em casa, apesar de óptimo é muito mais cansativo.
Os programas têm que ser pensados a dobrar. Parte da manhã e da tarde. E claro que sim, podem perfeitamente ficar em casa mas a probabilidade de acabar tudo de pantanas é gigante.
Por isso mais vale sair.
Quando saio, levo o Zé Maria no carrinho e sempre o patim para a Leonor, pelo sim pelo não. Vai o cão também.
Vamos ao jardim, aos baloiços e aproveito caso precise de comprar alguma coisa para o fazer no regresso.
Fomos ao talho hoje.
Resolvi como teste, pôr o pulsómetro/relógio de frequência cardíaca/ cardiofrequencimetro para perceber as calorias que gasto numa manhã normal com eles.
Mais pela graça do que com outro intuito qualquer.
E o resultado, apesar de com certeza não ser exacto, não me surpreende.
Fico feliz que até irmos de férias tenha a possibilidade de gastar umas calorias extra e que o faça na companhia dos meus filhos.
Perfeito não é?
O mês passado, quando fizemos 11 anos de casados, e já completamente ciente do resultado, fiz um teste de gravidez e deu positivo. Eram 5h30 da manhã. Mandei uma mensagem à minha médica em pânico porque já tenho 40 anos e desorientada com o resultado ao que me respondeu: "Mariana, que todas as notícias inesperadas sejam de um bebé". Não dormi mais até o António acordar e lhe contar o resultado em lágrimas. Estive os 2 anos seguintes após o nascimento da Luísa com muita vontade de ter um quarto filho. Decidimos no entanto que não iria acontecer e talvez no último ano tenha aceitado que a nossa "conta" estava feita. Não esperávamos mas aconteceu e nunca pensámos em alternativa alguma senão ter este bebé com todas as dificuldades que também considerámos. A casa, o dinheiro, as escolas, a nossa independência, a nossa idade, os riscos envolvidos. A nossa dinâmica estar já tão fluida e natural. Tanta coisa que pesava "contra" nós. Mas a ideia foi cre...
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