Avançar para o conteúdo principal

Cozinhar para todos - uma aventura!

Não sou muito organizada na cozinha.
Os miúdos são esquisitos demais para a minha imaginação. E a nossa casa é um bocadinho confusa em termos de alimentação.

Para começar eu não como carne. Depois, os horários do meu marido são pouco católicos e por isso ele não janta com os miúdos e eu espero por ele para jantar. Depois, a Luísa ainda não come o mesmo do que nós. Está instalado o caos.

Ao fim de semana paramos pouco em casa e faz-se aquilo que há mas normalmente isto parece um restaurante. O que eu como, o que come o meu marido, o que os miúdos mais velhos comem, a sopa da Luísa.
A Yãmmi juntou-se a mim neste caos alimentar numa tentativa de me ajudar. Mudar é impossível. O meu marido vai sempre chegar tarde e eu provavelmente não vou voltar a comer carne, Por isso a ideia é facilitar-me a vida.

Numa parceria com a marca vou tentar mostrar-vos em que medida este robot me facilita a vida. Ainda a estou a estudar mas já fiz manteiga de amendoim, várias sopas, fruta batida que usei durante uma semana e um maravilhoso bolo de canela semi saudável.

Quero aprender a usar o livro (faço sempre tudo a olho) e a fazer receitas para todos, de preferência de forno e que dêem para congelar.
Gostava também de fazer receitas sugeridas por vocês e que sirvam estas bocas todas (excepto a Luísa claro), pratos saudáveis, vegetarianos ou não, que os miúdos gostem e o meu marido também.
Ainda estou a pensar de que forma vos vou mostrar as receitas, se em vídeo se por fotografias passo a passo - penso que seja o mais fácil - mas assim que tiver tudo mais estruturado começo.

Vou criar um separador aqui no blog com todas as receitas e sugestões para que possam encontrar sem perder muito tempo.
Espero que seja útil para todas porque sei que a cozinha e a alimentação da família é sempre um assunto importante e que ocupa muito tempo (demais!) da nossa vida.


Post escrito em parceria publicitária com a Yãmmi

Comentários

Mensagens populares deste blogue

23 semanas (e um dia)

Passaram 15 dias desde a última actualização e tudo está maior. Eu no geral e também a minha barriga. Fizemos a ecografia morfológica e é impossível a Luísa estar mais saudável e mais enérgica. Durante toda a ecografia não parou e mostrou-se em toda a sua beleza. A médica disse que ela grande e gordinha. Está do tamanho de uma papaia, com cerca de 550 gramas e quase 30 cm! Comigo também está tudo óptimo e não há sinais de parto prematuro - que temos sempre em conta uma vez que no início tive um descolamento. Não tenho azia, nem dores no corpo, nem de cabeça e só ao final do dia, quando me sento, é que sinto o peso todo do dia ali mesmo no sofá. A fase em que estou é óptima porque ainda me mexo e durmo bem, apesar de estar com o sono muito mais leve. Mas de longe esta é a gravidez que mais me está a custar. Primeiro porque não estou mais nova, depois porque - e este é o grande motivo - tenho um filho que ainda quer colo e a quem ainda lho quero quero dar, e muito. E brincar, e correr...

Só agora percebi o quanto o queria

O mês passado, quando fizemos 11 anos de casados, e já completamente ciente do resultado, fiz um teste de gravidez e deu positivo. Eram 5h30 da manhã. Mandei uma mensagem à minha médica em pânico porque já tenho 40 anos e desorientada com o resultado ao que me respondeu: "Mariana, que todas as notícias inesperadas sejam de um bebé". Não dormi mais até o António acordar e lhe contar o resultado em lágrimas. Estive os 2 anos seguintes após o nascimento da Luísa com muita vontade de ter um quarto filho. Decidimos no entanto que não iria acontecer e talvez no último ano tenha aceitado que a nossa "conta" estava feita. Não esperávamos mas aconteceu e nunca pensámos em alternativa alguma senão ter este bebé com todas as dificuldades que também considerámos. A casa, o dinheiro, as escolas, a nossa independência, a nossa idade, os riscos envolvidos. A nossa dinâmica estar já tão fluida e natural. Tanta coisa que pesava "contra" nós. Mas a ideia foi cre...

Ter só um filho é canja!

Não gosto de me esquecer quando tinha "só" uma filha. O início foi o maior caos por que já passei, os sonos dela, contados ninguém acredita. Foi uma adaptação muito dura física e emocionalmente, mas a Leonor compensava tudo. Um bebé um bocadinho bicho do mato. Nunca me importei. Aliás respeito tanto a personalidade deles enquanto bebés (e crianças) que às vezes sou mal interpretada ou considerada galinha chata ou super protectora. Não me chateia. É como é. Quando ela começou a crescer as coisas tornaram-se mais fáceis. Ela sempre foi muito fácil, tirando o sono e não comer nada de especial, mas feliz, a amar a vida, sorridente. Hoje tenho três filhos e quando olho para trás, na vida que tínha(mos) só com um parece-me tão fácil. Mais tempo, menos logística, mais espontaneidade, mais orçamento. Ela andava connosco por todo o lado, deitava-se à meia noite se fosse preciso e comia de boião. Mas é só uma questão de perspectiva porque não foi fácil. O primeiro filho é dose....