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Mais lidos de 2017

O blog faz 3 anos em Março.
Desde o primeiro dia abri as portas - não de minha casa mas claramente - do meu coração e revelei a minha maternidade,  a pessoa que sou. Tentei fazê-lo com humor mas acima de tudo com verdade e a verdade às vezes não tem graça nenhuma. Também falei de amor. Acima de tudo amor. Falei de marcas que se cruzaram na minha vida,  grandes e pequenas. Falei de sustos, de conquistas, de momentos inesquecíveis.
Conheci pessoas boas e por incrível que pareça nunca se cruzou comigo uma palavra menos simpática que chegasse a ofender. Isso é muito importante para mim.
Tracei metas para o ano que vem e anotei ideias que só estão à espera de um empurrão. Quero, em 2018 estar mais perto das pessoaa e pretendo fazê-lo. Quero dar um salto e sei que vou dar. Quero recuperar ideias há demasiado tempo no forno e quero acima de tudo ganhar coragem.
Obrigada a vocês. Às mensagens que me enviam, aos comentários que me deixam, às palavras sempre amigas. Os posts mais lidos por vocês:

1. A aeronave que mudou a minha vida.
Aconteceu qualquer coisa de estranho com este post. Desapareceu há 2 meses do blog. Consegui recupera-lo embora completamente desformatado.
O importante está lá.

2.  A solidão de estar contigo. É de 2015 e continua a ser um dos posts mais lidos.

3. Nunca mais vou ter mais filhos. 

4. Vou ser pai. Escrito pelo meu marido e pai dos meus filhos.

5. Comovi-me quando desisti.

6. O meu filho Salvador.

7. Time Out.

8. O meu filho do meio.

9. O colo da mãe.

10. Podem sair para a mãe chorar?

Se não leram alguns destes artigos e se quiserem, leiam, comentem e elejam os vossos preferidos.
Deixem sugestões e opiniões. :)

Um beijinho e obrigada por tudo. 

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Um dia muito feliz

Hoje é um dia muito feliz. Há exactamente 4 anos nascia a minha filha Leonor. Tenho tanto a dizer sobre ela, que não posso. Este post é para comemorar as 5000 mil pessoas que seguem a Mãe já vai no Facebook. , as mais de 700 no Instagram e as mais de 100 mil visualizações aqui no blog. Tantos motivos para estar feliz que não podia dar pulos de alegria sozinha. A mim, juntou-se a Seesaw ,  uma marca que é da alma e do coração de duas queridas amigas mais do que talentosas e que eu tanto gosto. Todos já devem conhecer os seus baloiços lindos. Gostem delas e de tudo o que fazem tão bem aqui . A Mustela é a primeira marca em que penso quando penso em maternidade.  Esteve presente nas minhas duas gravidezes,  nos meus dois filhos recém nascidos e agora,  em novas etapas da vida. A Gymboree é especialista no desenvolvimento das crianças e promove-o através de brincadeiras que estimulam as crianças,  a sua criatividade,  a actividade física e cognitiva....

Vem aí coisa boa... da Mustela

Estou quase a fazer anos. Daqui a 10 dias. E a Mustela lembrou-se de oferecer um presente espectacular, mas não a mim!! Aos seguidores do blog! A mim parece-me lindamente porque a verdade é que sempre gostei de dar e oferecer este presente tem um valor especial. Este kit é um habitué cá de casa nos primeiros meses do bebé e a verdade é que o cesto dura eternamente e serve para muitas coisas.  Para casa e para o bebé de alguém com muita sorte vai isto:  Dermo-lavante Hydra-Bebé Corpo Hydra-Bebé Rosto Creme Zona Fralda 123 Toalhetes Dermo-Suavizantes Soro Fisiológico Uma das três cores à escolha. Para ganharem basta gostarem da A Mãe Já Vai e claro da Mustela  e partilharem o post de forma pública (isto é muito importante e s  estas partilhas serão consideradas válidas). Conforme o número de participações o sorteio será feito através do random.org ou de forma mais original que depois conto. (participações 6ª feira e resultado na 2ª dia 26)

A solidão de estar contigo.

Leonor Cresci a querer ser mãe. Fazia contas em papelinhos, jogos da agulha e imaginava quantos filhos teria, com que idade, os nomes. Sempre achei que esse s eria o grande papel da minha vida.  Tinha uma ideia idílica sobre ser mãe . Eu e o bebé, num quarto branco, numa cadeira de baloiço, música de fundo, um prato com queques e chá e o mundo inteiro feliz à minha volta. Tinha ideia de que nunca mais estaria sozinha assim que tivesse um filho. E nunca mais estive. Zé Maria Com muitas amigas a serem mães ao mesmo tempo que eu, apercebi-me da enorme solidão que é ter um recém nascido. Chorei muito no pós parto dos meus filhos mas nunca me senti deprimida mas algumas (muitas) vezes perdida, desorientada e ansiosa. Estive sempre feliz e tranquila quanto baste. Emocional, hormonal e tudo aquilo a que tinha direito. Os primeiros tempos  não queremos lá ninguém, mas não queremos estar sozinhas. Não queremos ajuda mas precisamos dela. Não queremos que os tirem da...